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Chopeira portátil da Xiaomi transforma cerveja em chopp

Nesta quarta-feira, dia 5 de março, a multinacional chinesa Xiaomi, uma das maiores empresas de equipamentos eletrônicos do mundo, anunciou a chegada da sua chopeira portátil no Brasil. O aparelho promete transformar cervejas comum, daquelas que compramos nas gôndolas do mercado, em chopp.

Você sabe a diferença entre chopp e cerveja?

De acordo com a fabricante, a chopeira atua na reativação da fermentação da breja e aumenta a sua carbonatação, promovendo uma espuma densa e cremosa com o intuito de reduzir a oxidação da bebida – processo degradativo da cerva que acontece pelo contato do líquido com o ar.

Além disso, ainda segundo a Xiaomi, a ação do equipamento tem a capacidade de ressaltar o sabor do malte, o que pode atenuar o amargor da cerveja. Tudo isso acontece por meio de frequências ultrassônicas ativadas com o apertar de um botão.

Foto frontal do produto
Foto: divulgação/Xiaomi

Chopp aonde e quanto quiser

Um dos destaques dados ao aparelho é sua praticidade de transporte, usando pilhas comuns (AAA) como fonte de energia e sendo muito compacto e leve. A chopeira portátil da Xiaomi possui duas versões. Uma delas é para ser usada com latas, pesa 75 gramas e tem preço sugerido de R$ 119,99. A outra é compatível com garrafas, pesa 88 gramas e está sendo vendida por R$ 169,99.

Conforme informado pela fabricante, o equipamento é compatível com aproximadamente 90% das embalagens de cervejas comercializadas no país. Ele já está sendo comercializado nas lojas físicas da Xiaomi na cidade de São Paulo e em breve estará disponível na loja virtual oficial da marca. Contudo, já é possível encontrá-lo em alguns e-commerces – como este aqui.

Chopeira portátil da Xiaomi servindo cerveja
Foto: divulgação/Xiaomi

Reversão da pasteurização ou jogada de marketing?

A diferença básica entre cerveja e chopp é que a breja comum passa pelo processo de pasteurização, que consiste em drásticas mudanças de temperatura para “matar” todo componente vivo dentro da bebida – o que acaba interrompendo também a atuação das leveduras, por exemplo.

Aí surgem algumas questões: frequências ultrassônicas seriam realmente capazes de reativar a fermentação da cerveja mesmo com a inexistência de leveduras vivas? Apenas promovendo espuma mais densa e cremosa poderíamos considerar que a cerveja foi transformada em chopp? Ou a chopeira é apenas um mecanismo para agitar as moléculas da breja com argumentos de marketing agressivos? Compartilhe sua opinião com a gente e toda a nação cervejeira deixando seu comentário.

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Escrito por Fernando D'Aquino

Produtor de conteúdo apaixonado por tecnologia, games, esportes e, principalmente, cerveja de qualidade!

Escritor

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