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Quais as vantagens e desvantagens das cervejarias gigantes entrarem no mercado das cervejas artesanais?

Nos últimos anos o mercado cervejeiro no Brasil manteve crescimento em ritmo acelerado. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no Anuário da Cerveja no Brasil 2018, o ano fechou com 889 cervejarias, 270 a mais do que em 2017. Em 2019 esse número ultrapassou mais de 1000 fábricas de cerveja instaladas no país. Para se ter uma ideia da expansão do segmento, em 10 anos o número praticamente quadruplicou.

Isso aponta a rápida evolução do setor, que se manteve com uma média de crescimento de 30% ao ano. Dos 5.570 municípios brasileiros, 479 já possuem pelo menos uma cervejaria registrada.

Com o notável crescimento do mercado cervejeiro no Brasil, o número de consumidores aumentou potencialmente. E, como comportamento normal de mercado, quando algo começa a ganhar muito destaque, as já bem estabelecidas e grandes empresas ficam de olho para investir em nichos promissores.

Isso já aconteceu com diversas marcas cervejeiras, como foram os casos da Colorado, Wäls e até mesmo das gringas Leffe e Hoegaarden.

Mas nós queremos saber mais sobre a sua opinião em relação a isso. Para você, que é apreciador de brejas especiais, quais as vantagens e desvantagens que vocês vêem em relação as gigantes, como AMBEV e Heineken, injetarem dinheiro ou até mesmo comprarem cervejarias até então independentes? Que benefícios os consumidores podem esperar com essas movimentações de mercado? Você tem percebido alguma diferença nos produtos?

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Escrito por Clube do Malte

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